Presidente brasileiro Bolsonaro educa ONU sobre Amazônia, liberdade

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O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, empenhou as Nações Unidas em corrigir falsidades, rejeitando a histeria ambientalista sobre a Amazônia e defendendo seu direito soberano à autodeterminação.

Escusado será dizer que extremistas ambientais imediatamente gritaram 'Falta!' e alegou que Bolsonaro não fala pelo Brasil e que está destruindo propositadamente a floresta amazônica. Bolsonaro agravou ainda mais os ateus e adoradores da 'Mãe Terra', citando John 8: 32: 'E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.'

⁃ Editor TN

Décima Sexta Sessão das Nações Unidas
Debate Geral da Assembléia Geral
Declaração do Sr. Jair Messias Bolsonaro,
Presidente da República Federativa do Brasil
24 de setembro de 2019

Senhor Presidente da Assembléia Geral, Tijjani Muhammad-Bande, Senhor Secretário-Geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, Chefes de Estado, Governo e Delegações, Senhoras e Senhores Deputados,

Apresento a vocês um novo Brasil, que ressurge do limiar do socialismo. Um Brasil que está sendo reconstruído com base nos anseios e ideais de seu povo.

No meu governo, o Brasil está no caminho de restabelecer a confiança no mundo, diminuindo o desemprego, a violência e o risco de atividades comerciais. Estamos fazendo isso cortando burocracia, regulamentos e, acima de tudo, por exemplo.

Meu país está à beira do socialismo, que nos colocou em um estado de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e ataques intermináveis ​​à família e aos valores religiosos que sustentam nossas tradições.

No 2013, um acordo entre o governo do Partido dos Trabalhadores e a ditadura cubana trouxe ao Brasil 10 mil médicos sem registro profissional. Eles foram impedidos de levar seus cônjuges e filhos, tiveram 7 5% de seus salários confiscados pelo regime e tiveram suas liberdades básicas negadas, como a de ir e vir.

Verdadeiro trabalho escravo, acredite…

Com o apoio de agências de direitos humanos do Brasil e da ONU!

Mesmo antes de eu assumir, quase 90% desses médicos deixaram o Brasil devido a uma ação unilateral do regime cubano. Aqueles que permaneceram passam por qualificação médica para poder exercer sua profissão.

Foi assim que nosso país parou de apoiar a ditadura cubana, não enviando mais Havana 300 milhões de dólares a cada ano.

A história mostra que, desde os 1960s, agentes cubanos foram enviados a vários países para ajudar a estabelecer ditaduras.

Algumas décadas atrás, eles tentaram mudar o regime brasileiro e o de outros países latino-americanos.

Eles foram derrotados!

Civis e militares brasileiros foram mortos e muitos outros tiveram sua reputação destruída, mas vencemos a guerra e salvaguardamos nossa liberdade.

Esses agentes do regime cubano também foram levados para a Venezuela por Hugo Chávez. Hoje, cerca de 60 mil deles controlam e interferem em todas as áreas da sociedade local, especialmente em inteligência e defesa.

A Venezuela, outrora um país próspero e democrático, sofre hoje a crueldade do socialismo.

O socialismo está trabalhando na Venezuela!

Todo mundo é pobre e não tem liberdade!

O Brasil também sente o impacto da ditadura venezuelana. Parte do milhão de pessoas que escaparam do país, fugindo da fome e da violência, migrou para o Brasil. Fizemos a nossa parte para ajudá-los através da Operação Bem-vindo, uma operação conduzida pelo Exército Brasileiro que ganhou reconhecimento mundial.

Trabalhamos com outros países, inclusive os Estados Unidos, com o objetivo de restabelecer a democracia na Venezuela. Também estamos fazendo um grande esforço para garantir que nenhum outro país da América do Sul tenha que enfrentar esse regime nefasto.

O Fórum de São Paulo, uma organização criminosa estabelecida em 1990 por Fidel Castro, Lula e Hugo Chávez, a fim de espalhar e implementar o socialismo na América Latina, permanece vivo e deve ser combatido.

Senhoras e senhores,

A busca da prosperidade exige que adotemos políticas que nos aproximem de nações que se desenvolveram economicamente e consolidaram suas democracias.

Não pode haver liberdade política na ausência de liberdade econômica. E vice versa. Mercado livre, concessões e privatizações estão presentes hoje no Brasil.

A economia está se recuperando e rompendo com os vícios e as correntes de quase duas décadas de imprudência fiscal, faccionismo no aparato estatal e corrupção generalizada. Abertura econômica, gestão profissional e ganhos de produtividade são os principais objetivos de nosso governo.

Estamos abrindo a economia e nos integrando às cadeias globais de valor. Em apenas oito meses, concluímos os dois maiores acordos comerciais de nossa história, entre o Mercosul e a União Européia e entre o Mercosul e a Área de Livre Comércio da Europa. Nos próximos meses, vários outros acordos se seguirão.

Também estamos prontos para iniciar o processo de adesão à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Já estamos em um estado avançado, adotando as melhores práticas em todos os níveis, da regulamentação financeira à proteção ambiental.

Ysany Kalapalo, agora vamos falar sobre a Amazônia.

Antes de tudo, meu governo está solenemente comprometido com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável, em benefício do Brasil e do mundo.

O Brasil é um dos países mais ricos do mundo em termos de biodiversidade e recursos minerais.

Nossa floresta amazônica é maior que a Europa Ocidental e permanece praticamente intocada. Isso mostra que somos um dos países que mais protegem o meio ambiente.

Nesta época do ano, o tempo seco e os ventos favorecem incêndios espontâneos e criminais. Também é importante mencionar que as populações indígenas e locais também usam o fogo como parte de sua cultura e meio de sobrevivência.

Todos os países têm seus problemas. No entanto, os ataques sensacionalistas que sofremos com grande parte da mídia internacional devido aos incêndios na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico.

É um equívoco afirmar que a Amazônia é uma herança mundial; e é um equívoco, como atestam os cientistas, dizer que nossa floresta é o pulmão do mundo. Recorrendo a essas falácias, alguns países, em vez de ajudar, seguiram as mentiras da mídia e se comportaram desrespeitosamente, com um espírito colonialista.

Eles questionaram o que é mais sagrado para nós: nossa soberania!

Um deles, na última reunião do G7, ousou sugerir a imposição de sanções contra o Brasil sem sequer nos ouvir. Sou grato àqueles que não aceitaram realizar essa proposta absurda.

Sou especialmente grato ao Presidente Donald Trump, que sintetizou bem o espírito que deve prevalecer entre os Estados Membros da ONU: respeito pela liberdade e soberania de cada um de nós.

Hoje, 14% do território brasileiro é demarcado como terra indígena, mas devemos entender que nossos nativos são seres humanos, como qualquer um de nós. Eles querem e merecem gozar dos mesmos direitos que todos nós.

Quero deixar claro: o Brasil não aumentará suas terras indígenas já demarcadas para 20%, como alguns Chefes de Estado gostariam que acontecesse.

Existem povos indígenas 225 no Brasil, bem como referências de tribos 70 que vivem em lugares isolados. Cada povo ou tribo tem seu chefe, sua cultura, suas tradições, seus costumes e principalmente sua maneira de ver o mundo.

A visão de um líder indígena não representa a de toda a população indígena brasileira. Muitas vezes, alguns desses líderes, como Cacique Raoni, são usados ​​como estratagema por governos estrangeiros em sua guerra de informação para promover seus interesses na Amazônia.

Infelizmente, algumas pessoas, dentro e fora do Brasil, com o apoio de ONGs, insistem em tratar e manter nossos nativos como homens das cavernas.

O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que estavam lá antes da chegada dos portugueses. Os povos indígenas não querem ser proprietários de terras pobres em terras ricas - especialmente nas terras mais ricas do mundo. É o caso das reservas de Ianomami e Raposa Serra do Sol. Nessas reservas, há muito ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras, entre outros.

E esses territórios são enormes! Somente a Reserva Ianomami possui aproximadamente 95,000 km2, o tamanho de Portugal ou Hungria, embora apenas indígenas 15,000 morem na área.

Isso mostra que aqueles que nos atacam não estão preocupados com o ser humano indígena, mas com a riqueza mineral e a biodiversidade nessas áreas.

<Ler carta>

CARTA ABERTA ÀS POPULAÇÕES INDÍGENAS DO BRASIL

O Grupo de Agricultores Indígenas do Brasil, composto por vários grupos étnicos e com representantes em todas as unidades da Federação Brasileira, que habitam uma área superior a 30 milhões de hectares do território brasileiro, vem, respeitosamente, perante a sociedade brasileira, endossar integralmente a YSANI KALAP ALO, do Parque Indígena Xingu-Mato Grosso, para que ela possa explicar à Assembléia Geral das Nações Unidas, em Nova York, a realidade vivida pelos Povos Indígenas do Brasil, bem como descobrir as mentiras disseminadas pelo nacional e a mídia internacional, que insiste em manter os povos indígenas do Brasil como uma reserva inesgotável de mercado, atendendo aos propósitos de países que ainda vêem o Brasil como uma colônia sem regras e sem soberania.

O Brasil tem 14% de seu território nacional demarcado como terra indígena, e muitas comunidades estão sedentas pelo desenvolvimento dessa parte do país, finalmente, sem restrições ideológicas ou burocráticas, que melhorarão a qualidade de vida nas áreas de empreendedorismo, saúde e educação.

É necessária uma nova política indígena no Brasil. O tempo está se esgotando!

Medidas ousadas podem e devem ser incentivadas na busca da autonomia econômica indígena. Certamente, se um conjunto de decisões ocorrer nesse sentido, podemos imaginar um novo modelo para a questão indígena brasileira.

Um novo momento para as comunidades indígenas é de extrema importância. A situação de extrema pobreza em que vivemos, sobrevivendo apenas do bem-estar e do suprimento básico de alimentos, nunca representou dignidade e desenvolvimento.

O ambientalismo radical e os estudos indígenas desatualizados estão desafinados com o que os povos indígenas querem. Representam atraso, marginalização e total ausência de determinação.

A realidade agora exige que o mundo, na arena da Assembléia Geral das Nações Unidas, conheça nossos desejos e aspirações na voz do indígena YSANI KALAP ALO, que compartilhará a imagem real do meio ambiente e das comunidades indígenas brasileiras.

Portanto, YSANI KALAP ALO goza da confiança e prestígio dos líderes indígenas que desejam desenvolvimento, empoderamento e protagonismo, e é capaz de representar uma lista de grupos étnicos que endossaram esta carta.

<Letra final>

As Nações Unidas desempenharam um papel fundamental na superação do colonialismo e não podem aceitar essa mentalidade de retornar a esses corredores e corredores sob qualquer pretexto.

Não devemos esquecer que o mundo precisa ser alimentado. França e Alemanha, por exemplo, usam mais de 50% de seus territórios para a agricultura, enquanto o Brasil usa apenas 8% de suas terras para produção de alimentos.

61% do nosso território é preservado!

Nossa política é de tolerância zero para crimes, incluindo crimes ambientais.

Reitero que qualquer iniciativa para ajudar ou apoiar a preservação da floresta amazônica, ou de outros biomas, deve ser tratada em pleno respeito à soberania brasileira.

Também rejeitamos tentativas de instrumentalizar questões ambientais ou políticas indígenas em favor de interesses políticos e econômicos estrangeiros, especialmente aqueles disfarçados de boas intenções.

Estamos prontos para aproveitar todo o nosso potencial de forma sustentável por meio de parcerias e valor agregado.

O Brasil reafirma seu firme compromisso com os mais altos padrões de direitos humanos, com a promoção da democracia e da liberdade de expressão, de religião e de imprensa. Esse é um compromisso que acompanha a luta contra a corrupção e a criminalidade, demandas urgentes da sociedade brasileira.

Continuaremos a contribuir, dentro e fora das Nações Unidas, para construir um mundo livre de impunidade, sem refúgios seguros para criminosos e corruptos.

No meu governo, o terrorista italiano Cesare Battisti escapou do Brasil, foi preso na Bolívia e extraditado para a Itália. Outros três terroristas paraguaios e um chileno que viviam no Brasil como refugiados políticos também foram repatriados.

Terroristas sob o disfarce de uma pessoa politicamente perseguida não encontrarão mais asilo no Brasil.

Recentemente, presidentes socialistas que vieram antes de mim desviaram centenas de bilhões de dólares, corrompendo parte de nossa mídia e nosso parlamento, tudo por um projeto para alcançar o poder absoluto.

Eles foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e bravura de um juiz que é um ícone no meu país: Dr. Sergio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública.

Esses presidentes também transferiram uma quantidade considerável de recursos para outros países, com o objetivo de promover e implementar projetos semelhantes em toda a nossa região. Esta fonte de financiamento secou.

As mesmas autoridades vinham aqui todos os anos e faziam declarações não comprometidas sobre questões que nunca abordaram os reais interesses do Brasil nem contribuíram para a estabilidade mundial. Apesar disso, eles foram elogiados.

No meu país, tivemos que fazer algo a respeito dos quase mil mortes de 70 e dos incontáveis ​​crimes violentos que anualmente destruíam a população brasileira. A vida é o direito humano mais básico. Nossos policiais eram o alvo preferido do crime. Somente em 2017, cerca de policiais de 400 foram brutalmente assassinados. Isso está mudando.

As medidas foram implementadas e conseguimos reduzir as taxas de assassinatos em mais de 20% nos primeiros seis meses do meu governo.

A apreensão de cocaína e outras drogas atingiu um recorde.

O Brasil é mais seguro e acolhedor hoje. Acabamos de estender as isenções de visto para países como Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá, e atualmente estamos considerando a adoção de medidas semelhantes para a China e a Índia, entre outros.

Com mais segurança e comodidade, queremos que todos possam visitar o Brasil, e particularmente a nossa floresta amazônica, com toda a sua vastidão e beleza natural.

A Amazônia não está sendo destruída nem consumida pelo fogo, como a mídia está retratando falsamente. Cada um de vocês pode verificar o que estou dizendo.

Não hesite em visitar o Brasil. É muito diferente do que o país retratado em muitos jornais e programas de televisão.

A perseguição religiosa é um flagelo contra o qual temos que lutar incansavelmente.

Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram os fiéis reunidos em igrejas, sinagogas e mesquitas.

O Brasil condena veementemente todos esses atos. Está pronto para cooperar com outros países para proteger os oprimidos por causa de sua fé.

O Brasil está particularmente preocupado com a crescente perseguição, discriminação e violência contra missionários e minorias religiosas, em diferentes regiões do mundo.

Por isso, apoiamos a criação do “Dia Internacional Comemorativo das Vítimas de Atos de Violência Baseados na Religião ou na Crença”.

Nesta data, lembraremos anualmente daqueles que sofreram as conseqüências nefastas da perseguição religiosa.

É inaceitável que, no século XIX, com tantos instrumentos, tratados e organizações cujo objetivo seja salvaguardar todos os tipos de direitos, ainda existam milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem a vida ou a liberdade por causa de a fé deles.

A devoção do Brasil à causa da paz é evidenciada por sua sólida história de contribuição às missões das Nações Unidas.

Durante setenta anos, o Brasil contribuiu efetivamente para as operações de manutenção da paz das Nações Unidas.

Apoiamos todos os esforços para tornar as missões de manutenção da paz mais eficazes, trazendo contribuições reais e tangíveis aos países anfitriões.

Em diferentes cenários - seja no Haiti, no Líbano ou na República Democrática do Congo - as tropas brasileiras são reconhecidas por seu excelente trabalho e respeito pelas comunidades locais, pelos direitos humanos e pelos princípios que orientam as operações de manutenção da paz.

Reafirmo nossa disposição de apoiar nossas contribuições tangíveis às missões de manutenção da paz das Nações Unidas, inclusive por meio de treinamento e capacitação, áreas em que temos experiência bem conhecida.

Ao longo deste ano, estabelecemos uma ampla agenda internacional, destinada a restaurar o papel do Brasil no cenário mundial, bem como a restabelecer o relacionamento do Brasil com os principais parceiros.

Em janeiro passado, estávamos em Davos, onde apresentamos nosso ambicioso programa de reformas para investidores de todo o mundo.

Em março passado, fomos a Washington, DC, onde lançamos uma parceria arrojada e abrangente com o governo dos Estados Unidos, cobrindo todas as áreas, principalmente a coordenação política e a cooperação econômica e militar.

Também em março, em uma visita ao Chile, foi estabelecido o Fórum para o Progresso e Desenvolvimento da América do Sul (PROSUR). Esta é uma iniciativa importante para garantir que a América do Sul se consolide como uma área de democracia e liberdade.

Em seguida, visitamos Israel, onde identificamos inúmeras oportunidades de cooperação, especialmente na área de tecnologia e segurança. Agradeço a Israel por seu apoio na luta contra desastres recentes no meu país.

Também visitamos um de nossos grandes parceiros no Cone Sul: Argentina. Com o presidente Mauricio Macri e nossos parceiros do Uruguai e Paraguai, afastamos a ideologia do Mercosul. Também conseguimos conquistas importantes em termos de comércio internacional, finalizando com sucesso as negociações que estavam em andamento há décadas sem uma conclusão.

No final deste ano, pretendemos visitar parceiros-chave no Oriente Médio e no leste da Ásia. Essas visitas nos permitirão fortalecer os laços de amizade e aprofundar as relações com o Japão, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. Temos o compromisso de continuar melhorando nossas relações com todo o mundo árabe e a Ásia.

Também estamos ansiosos para visitar nossos parceiros e amigos, na África, Oceania e Europa.

Como vocês podem ver, senhoras e senhores, o Brasil está aberto ao mundo e ansioso por estabelecer parcerias com todos os interessados ​​em trabalhar pela prosperidade, paz e liberdade.

Senhoras e Senhores,

O Brasil que represento é um país que está se recuperando e subindo novamente, reforçando suas parcerias e restaurando a confiança em si mesma, em termos políticos e econômicos.

Estamos preparados para assumir nossas responsabilidades no sistema internacional.

Nas últimas décadas, nos deixamos seduzir por ideologias que buscavam não a verdade, mas o poder absoluto.

A ideologia se estabeleceu nos domínios da cultura, educação e comunicação, dominando a mídia, as universidades e as escolas.

A ideologia invadiu nossas casas e tentou desmantelar o que é a celula mater de qualquer sociedade saudável: a família.

Também tentou destruir a inocência de nossos filhos, na tentativa de corromper até a identidade mais básica e elementar: a biológica.

O “politicamente correto” passou a dominar o debate público, expulsando a racionalidade e substituindo-a por manipulação, clichês e slogans recorrentes.

A ideologia invadiu a própria alma humana para separá-la de Deus e da dignidade que Ele nos concedeu.

E com esses métodos, a ideologia sempre deixou um rastro de morte, ignorância e miséria onde quer que fosse.

Eu sou uma prova viva disso. Fui covarde, esfaqueado por um militante de esquerda e só sobrevivi a um milagre. Mais uma vez agradeço a Deus por minha vida.

As Nações Unidas podem nos ajudar a combater o ambiente materialista e ideológico que mina alguns princípios básicos da dignidade humana. Esta Organização foi criada para promover a paz entre nações soberanas, bem como o progresso social com liberdade, de acordo com o preâmbulo da Carta da ONU.

Quando se trata de assuntos relacionados ao clima, democracia, direitos humanos, igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres e muitos outros, tudo o que precisamos fazer é contemplar a verdade, seguindo John 8: 32:

- 'E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.'

Todos os nossos meios, nacionais e internacionais, devem finalmente ser direcionados para esse objetivo.

Não estamos aqui para apagar nacionalidades e anular a soberania em nome de um "interesse global" abstrato.

Esta não é a organização de interesse global!

Esta é a Organização das Nações Unidas. E assim deve permanecer!

Com humildade e confiança no poder libertador da verdade, permita-me garantir que você poderá contar com este novo Brasil que eu represento.

Obrigado a todos pela graça e glória de Deus!

Muito obrigado.

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Sobre o autor

Patrick Wood
Patrick Wood é um especialista líder e crítico em Desenvolvimento Sustentável, Economia Verde, Agenda 21, Agenda 2030 e Tecnocracia histórica. Ele é o autor de Technocracy Rising: The Trojan Horse of Global Transformation (2015) e co-autor de Trilaterals Over Washington, Volumes I e II (1978-1980) com o falecido Antony C. Sutton.
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A aquiescência brasileira em relação à indústria de corte e queima ao longo das décadas é nojenta e destrutiva no nível do solo. No entanto, Bolsonaro está correto em uma coisa. Como sempre, a ONU precisa recuar o F * k. Sua constante máquina de propaganda para HSH precisa calar a boca *. Os brasileiros podem cuidar de seu próprio país, por mais irritante que seja para outros Estados / Povos. Todos os governos / corporações ocidentais realmente querem, como observado por Bolsonaro, é explorar os recursos brasileiros e obter lucro. Ele está certo. Isso nunca muda. Por que esse MESMO FATO se repete ao longo da história tão difícil para os humanos absorverem? Em vez disso, o... Leia mais "